Às vezes, quando pensamos em trabalho, nos vem à mente algumas preocupações: tarefas, relatórios, reuniões, resultados, entregas e, consequentemente, o estresse do dia a dia.
Basta fazer uma pequena pesquisa com as pessoas que fazem parte do seu círculo profissional sobre como andam as coisas no âmbito profissional. Uma das respostas mais comuns talvez seja que elas andam muito atarefadas ao ponto de não conseguirem ser produtivas, antes ou depois da jornada de trabalho.
Por isso, encontrar o equilíbrio entre a jornada laboral e a manutenção de boas práticas para alcançar um estilo de vida mais feliz e saudável é bastante necessário.
Neste artigo, separamos algumas dicas de como melhorar sua qualidade de vida no trabalho. Acompanhe a seguir!
Com cenários mais competitivos, constantes transformações, pressão por parte da chefia e modelos híbridos de trabalho, fica difícil de acreditar que ainda é possível encontrar qualidade de vida dentro das organizações. Todavia, com conhecimento e disposição, há grandes chances de equilibrar a rotina com ações de bem-estar.
Dentro de uma esfera com diferentes conceitos, Robert H. Guest nos apresenta a ideia de que a qualidade de vida no trabalho é um processo. Assim, a organização se empenha para tentar despertar o processo criativo de seus funcionários, envolvendo-os em decisões que afetam as suas vidas profissionalmente.
Para entender melhor como alcançá-la é preciso conhecer os fatores que fazem parte deste processo. Continue a leitura!

É normal ter a sensação de que as coisas não vão bem no ambiente de trabalho, mas nem sempre é fácil identificar o real motivo. Elencamos seis fatores que podem ser decisivos para avaliar a qualidade de vida na sua empresa, seja positiva ou negativamente:
Não ter um espaço adequado e as ferramentas necessárias para o desenvolvimento das atividades laborais é o primeiro fator. A falta de assistência afeta a produtividade e interfere diretamente no ambiente e na saúde dos colaboradores.
Com o modelo de trabalho remoto adotado pela necessidade de distanciamento social, muitas organizações não estavam preparadas para disponibilizar equipamentos que fizessem da produção em casa uma extensão da empresa.
Essa situação interferiu de diferentes maneiras na qualidade de vida das equipes. No positivo, trouxe a possibilidade de estar mais próximo à família, evitar a exposição e o tempo de locomoção do lar para a empresa.
Em contrapartida, muitos apontaram que a distância das equipes ou ainda a solidão vivida pelo distanciamento foram gatilhos para a tristeza e depressão.
Trabalhar sem ter perspectivas de crescimento profissional, seja de forma horizontal ou vertical, é um dos principais fatores para a desmotivação das equipes.
Sem interesse em aprender ou evoluir, sabendo que não fará diferença na carreira dentro da organização, a qualidade de vida dos colaboradores no ambiente de trabalho também pode ser afetada.
Apesar de ser algo extremamente subjetivo por envolver expectativas, necessidades e motivações pessoais, o colaborador que se sente realizado com as atividades que desenvolve acaba demonstrando seu entusiasmo e energia na realização das atividades.

Se passamos bastante tempo no ambiente organizacional, ter um bom relacionamento com aqueles que estão à nossa volta é de fundamental importância. Por isso, o bom convívio com os colegas e com a liderança pode ser um divisor de águas entre ter ou não uma boa qualidade de vida no trabalho.
Mesmo não sendo o objetivo, ao desempenhar suas atividades com zelo e presteza, o colaborador espera que aqueles que estão a sua volta valorizem o seu desempenho.
Dentro da hierarquia das necessidades humanas, a estima está em quarto lugar. Somente quando esta necessidade estiver satisfeita é que o indivíduo está pronto para buscar a autorrealização.
A maturidade do profissional nas atividades que desenvolve é construída com o passar do tempo. Quando ele se sente seguro e confiante para realizar determinada tarefa, é desnecessário que exista um acompanhamento contínuo.
Como diz o ditado, não é necessário “ensinar o padre a rezar missa”. Isso porque ele possui todas as competências para entregar com responsabilidade o que se espera dele.
Para contribuir com o desenvolvimento humano de forma positiva é preciso estabelecer a consonância entre o trabalho e a organização. Existem ações que podem prevenir e evitar a frustração gerada pela não conformidade entre as expectativas do colaborador e da empresa.

A chamada segurança psicológica prevê uma abertura para que as pessoas possam dar sua opinião, compartilhar conhecimento e práticas sem haver punição ou coerção. Essa prática contribui para a harmonia e boa convivência entre os membros e equipes.
O alinhamento entre os valores pessoais com os valores da organização é um passo gerador de satisfação entre os colaboradores. Ele traz a certeza de que o desenvolvimento das atividades tem um propósito que faz sentido e justifica levantar todos os dias para o trabalho.
A partir de um PDI (Plano de Desenvolvimento Individual), é possível que o colaborador seja produtivo e eficaz em suas atividades, apresentando resultados positivos e alta performance.
Trabalhar em um ambiente que estimula o espírito de equipe e com relações interpessoais que valorizam o trabalho e o desempenho é um ponto positivo para elevar a autoestima.
Quando forças e habilidades individuais são aplicadas de forma colaborativa e cada um conhece seu papel e responsabilidades dentro da organização, há um aumento na qualidade de vida no ambiente laboral.
O acompanhamento e ajuste de rota para desenvolver as atividades com maior assertividade fazem parte do contexto corporativo. Ao estabelecer uma relação de segurança e confiança entre membros da equipe, a aplicação de feedbacks construtivos deve seguir uma trilha que contribua para impulsionar o engajamento.
Para isso, são usados os elementos de contexto (identificar a situação), comportamento (especificar a conduta observada), impacto (quais foram) e expectativa (o que se espera a partir do feedback), focando sempre na solução.
Um ambiente seguro onde se pode obter o apoio e o suporte dos colegas e superiores em situações de dificuldades é relevante para minimizar os impactos negativos do stress.
Encontrar oportunidades de desenvolvimento com cursos em inglês, seja por meio de conteúdos direcionados a uma atividade específica ou soft skills, é imprescindível.
Oferecer cursos que foquem no crescimento profissional e contribuam cada vez mais para a entrega de soluções que trazem o diferencial para a organização é nossa premissa na Slang. Nossa plataforma oferece as melhores alternativas de cursos para o aprendizado do inglês profissional integrado a qualquer área.
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Investir no desenvolvimento dos seus colaboradores é uma boa prática a ser considerada por todos os profissionais de RH. Essa atitude ajuda a melhorar o reconhecimento dos profissionais, a qualidade de vida e aumenta a produtividade das equipes.
Gostou das dicas para construir um ambiente de trabalho com qualidade de vida e quer continuar aprendendo sobre práticas de RH? Confira outros conteúdos em nosso blog!